Neste momento você deve saber oque ira te ajudar nas medidas de proteção, caso necessite sair de sua residencia ou ate mesmo esteja com suspeita de covid-19 ou conviva com pessoa que esta com a doença.

O QUE É O CORONAVIRUS

Os coronavírus (CoV) são uma família de vírus que causam infecções respiratórias geralmente leves a moderadas nos humanos.

A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) são exemplos de infecções por um subtipo de CoV. O coronavírus 2019 (COVID-19) surgiu na China em dezembro de 2019 e é o responsável pela atual pandemia.

COMO O CORONAVIRUS É TRANSMITIDO?

A incubação do coronavírus é de 2 a 14 dias, e sua transmissão ocorre principalmente durante os sintomas.

O número reprodutivo do coronavírus é 2,75, ou seja, uma pessoa contamina entre 2 e 3 pessoas (enquanto o da gripe comum é 1,3 e o do H1N1 é 1,5);

A transmissão ocorre principalmente por via respiratória, pelo ar, através de gotículas e também por contato (pelas gotículas depositadas sobre os objetos e roupas etc).

A transmissão também pode acontecer ao cumprimentar alguém muito de perto, seja apertando as mãos, beijando o rosto, abraçando etc. Por isso, neste momento, evite essas práticas e apenas cumprimente as pessoas de longe. Ah, e se alguém te achar antipático, aproveite e explique o que você quer se proteger e proteger sua familia!

COMO PREVENIR O CORONA?

A transmissão do coronavírus ocorre pelo contato com secreções de boca e nariz. Por isso, devemos usar medidas de etiqueta respiratória, como:

Lavar as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos, com frequência, e quando não for possível, limpar e higienizar as mãos com álcool gel 70%;

Ao tossir ou espirrar, cobrir a boca e o nariz com o braço, usando a dobra do cotovelo – nunca utilizar as mãos;

Evitar encostar as mãos não lavadas nos olhos, boca ou nariz;

Usar lenços descartáveis e jogá-los no lixo logo após o uso.

QUAIS OS SINTOMAS?

Aproximadamente 80% dos casos apresentam sintomas leves, similares a uma gripe, como coriza, febre, tosse. Alguns podem apresentar também congestão nasal, mal estar, dores no corpo, dor de garganta, dor no peito e dificuldade para respirar. Nos casos leves, o tratamento sintomático e repouso são suficientes para a completa recuperação sem sequelas. Entretanto, algumas pessoas podem apresentar sintomas mais graves (VEJA SINAIS DE ALARME) e necessitar de atendimento médico, internação e cuidados intensivos.

Febre persistente por mais de 48h; – Falta de ar; – Esforço para respirar; – Pele pálida ou azulada; – Náuseas e vômitos; – Idade acima de 80 anos; – Criança muito sonolenta;

Atenção: pacientes com doenças crônicas como pressão alta, diabetes, doença pulmonar, renal, insuficiência cardíaca, arritmia, transplantados, imunossuprimidos e oncológicos têm maior chance de ter um quadro mais grave. Por isso, devem procurar avaliação médica frente a qualquer dúvida ou sintomas diferentes.

QUANDO E QUEM DEVE USAR MASCARA?

Se você estiver tossindo ou espirrando, ou estiver com sintomas suspeitos de corona, utilize uma máscara para evitar transmitir o vírus para outras pessoas.

– Se você estiver cuidando de alguém doente, com suspeita ou confirmação de coronavírus, utilize uma máscara para evitar que você fique doente.

– É importante tirar a máscara pelas alças e não tocar na parte onde respira. Além disso, a máscara deve ser trocada sempre que ficar úmida.

VACINA E TRATAMENTO:

Ainda não há vacina disponível para o corona nem medicamento específico para seu tratamento. O principal para os casos leves é o tratamento sintomático e cuidados gerais como hidratação, alimentação equilibrada e repouso. Para os casos graves, o suporte respiratório em centro de referência é a medida mais adequada.

VIAGENS PODE?

Avalie com cautela a real necessidade da viagem, mesmo que você não esteja no grupo de risco para os casos mais graves. Ao viajar, seu risco de contágio aumenta, dificultando o controle da doença. Além disso, se for infectado, você pode passar a doença para amigos e familiares que estejam no grupo de risco. Caso a viagem seja imprescindível, tome todas as precauções orientadas e pratique a etiqueta respiratória. Ao voltar, preste muita atenção em sintomas por 14 dias e avalie aqui se seu caso pode ser grave ou não.

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*Informações fornecidas pelo médico infectologista formado pela USP Lucas Chaves CRM-SP 139.692